Transparentes quero as janelas:
olhos da (ou do?) casa(-)nova.
Sem películas azuis permanentes
Mas com brancas (?) cortinas
móveis,
o piscar do olho e outro universo surge.
Ali, é abertura para Vida.
Dali, a vista se Infinitiza.
. .
. .
. .
Pela manhã, varanda é templo.
A veneração do dia: celebração
com coração,
abertura dos pulmões,
alongamento dos músculos.
E contrações,
e força às alturas da mureta
e saltos sobre corda:
necessário lembrar que a vida envolve a morte.
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